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Foi para isso que fomos feitos. Não fomos feitos para mais nada. Nascemos, crescemos, envelhecemos, morremos e é tudo. E é mais do que suficiente. Quando o barco começa a naufragar o que importa é a atitude dos passageiros. Saber que o barco vai naufragar e mesmo assim continuar.
Se o amor fosse um bicho era uma aranha, gostava ela de repetir, como se fosse uma verdade que se podia repentinamente esquecer. Eu sou a aranha e a teia de aranha e a prisioneira estremecendo no centro da teia da aranha, acrescentando fazendo caretas. Deixas-me passear sobre a palma aberta da tua mão? E sobre o teu corpo nu? Não me faças mal, sou o bicho do amor, dizia.